BIO

O barítono brasileiro Vinícius Atique vem se apresentando como solista em todo o Brasil, tendo cantado, dentre outros papéis, Don Giovanni, Macello em La Bohème, Sharpless em Madama Butterfly, Escamillo em Carmen, Fìgaro em Il Barbiere di Siviglia, Arlecchino na ópera homônima de Busoni, Albert em Werther.

Interpretou os “Des Knaben Wunderhorn” e os “Kindertotenlieder” de G. Mahler, e Carmina Burana de Orff com a Amazonas Philarmônica; o Messiah de G. F. Händel; Theresienmesse de J. Haydn; Weihnachtsoratorium, de J. S. Bach; Requiem, de W. A. Mozart; El Pessebre de Pablo Casals, dentre outras obras sinfônicas.

Debutou em 2011 no Theatro Municipal de São Paulo, em L’enfant et les sortilèges de Maurice Ravel, interpretando o Relógio de Pêndulo e o Gato, sucesso de público e considerado pela crítica como o melhor espetáculo do ano. Em novembro do mesmo ano deu vida a Pantalon na estréia carioca de L’amour des Trois Oranges no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, considerado pelo jornal O Globo como um dos dez melhores concertos de 2011. Encerrou a programação do Theatro Municipal de São Paulo, interpretando o Evangelista na Cantata de Natal de Ernani Aguiar, obtendo sucesso da crítica especializada.

Na Temporada 2012, interpretou Riccardo em I Puritani, no Festival Amazonas de Ópera, e foi Marcello em La Bohème pela Cia. de Ópera Curta, tendo cantado o papel mais de 40 vezes. Em dezembro do mesmo ano, interpretou Albert na nova produção da ópera Werther de Jules Massenet, no Theatro São Pedro.

Na Temporada 2013, cantou a estréia brasileira de A Midsummer Night’s Dream, de Benjamin Britten no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a estréia brasileira da emblemática Sinfonia, de Luciano Berio, no Teatro Amazonas. Encerrou a temporada da Orquestra Sinfônica Heliópolis interpretando Raphael e Adão na Criação de Haydn na Sala São Paulo.

Em 2014, estreou, como Sharpless, na nova produção da Cia. de Ópera Curta no Theatro São Pedro e em 2015 estreou como Fìgaro no Barbeiro de Sevilha de G. Rossini e como Gabriel von Eisenstein no Morcego de J. Strauss sob a batuta de Roberto Minczuk.

Na temporada de 2016, cantou Silvio em I Pagliacci e Don Giovanni na ópera homônima de Mozart.

Em 2017, cantou, em Jenufa, de Janácek, o papel de Starek na estreia brasileira da versão Brno, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em maio estrelou a produção de Winterreise no Theatro Municipal de São Paulo com direção de Ismael Ivo e em agosto foi Arlecchino na ópera homônima de Busoni, sob a batuta de Ira Levin.

Na temporada de 2018, cantou Trouble in Tahiti, de Bernstein, na Sala Minas Gerais, Katia Kabanová, de Janácek no Theatro São Pedro e realizou seu début internacional interpretando Marcello, em La Bohème, de Puccini, no Teatro Colón, em Buenos Aires. Encerrou a temporada de ópera do Theatro Municipal de São Paulo, cantando Ping na nova produção de Turandot.

No ano de 2019 cantou O Caso Makropolus, no Theatro São Pedro, Os Contos de Hoffmann, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de concertos vários pelo país. Em 2020 interpretou Walsingham na primeira ópera gravada remotamente no Brasil, Festim em tempos de peste, de Cesar Cui. Também foi Alfio na Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni, junto à Orquestra GRU Sinfônica e John Sorel na ópera O Consul, de Menotti, também junto à Orquestra GRU Sinfônica, tendo repetido o papel também em 2021, além de participar das montagens, neste mesmo ano, de “Le Pauvre Matelot”, “Socrate”, “Il turco in Italia” e “Rusalka”, e os Rückert Lieder com a OJESP sob regência de Lígia Amadio, na Sala São Paulo.

 

Desde 2020, faz parte do duo Fábio Zanon e Vinícius Atique, com repertório erudito para voz e violão, que se apresentará em outubro de 2022 na Sala Cecília Meirelles, no Rio de Janeiro.

Atualmente aluno da mítica mezzo-soprano norteamericana Dolora Zajick, foi agraciado com bolsa de estudos pela USP para estudar na Université de Montréal com o barítono Mark Pedrotti. Estudou também com Carmo Barbosa e Eliane Coelho.